Mostrar mensagens com a etiqueta isabel ruth. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta isabel ruth. Mostrar todas as mensagens

14/11/2016

Rio de Ouro

Paulo Rocha, 1998
Lima Duarte, Isabel Ruth

Paulo Rocha é um artista das imagens, da fotografia. Capturou Portugal como poucos. A guarda-freio talvez seja um bom exemplo do louco e invejoso lado negro da nossa nação.

Uma foto publicada por Daniel Alvarenga (@dgalvarenga) a

Mudar de Vida

Paulo Rocha, 1967

Era Maria Barroso. Só percebi a meio. Cenas incríveis de pescaria. O trabalho sempre um tema central de Paulo Rocha. Mais uma obra de arte.

Gosto muito da cena em que apanha madeira.

27/04/2016

Verdes Anos


Paulo Rocha, 1963
Com Isabel Ruth, Rui Gomes, Ruy Furtado, Cândida Lacerda

Estonteante esta Lisboa de modernidade adolescente. Limpa e inquietante, parece que Júlio adivinhou o lado negro do futuro da cidade e, focado apenas nisso, enlouquece. Ilda, tão bela e tão pura, arrebata a cidade, quer conquistá-la, mas falha. O provincianismo mata, ou fio a cidade?



13/04/2014

Viagem ao princípio do mundo

Manoel de Oliveira, 1997, com Marcello Mastroianni, Jean-Yves Gautier, Leonor Silveira, Diogo Dória, Isabel de Castro, Isabel Ruth

Voltámos ao princípio do mundo, ao início da vida de Manoel de Oliveira, pelo seu imaginário, nesta que é a mais autobiográfica das suas obras. Ruínas, marcas que subiram pelas árvores acima, uma mão velha que já não chega ao fresco da jovem flôr. O norte, simples e belo, e uma tia desconfiada que se rende ao seu sangue. Mastroianni faz de Pedro Macau, de Manoel de Oliveira, na sua derradeira participação, e Manoel faz 'cameos' deliciosos. "Viver muito tempo é uma prenda de Deus mas tem o seu preço".